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Oportunismo e discurso de ódio. O desespero de quem quer dar um golpe no SindSaúde-PR

De uns anos para cá, o discurso de ódio se tornou uma arma política daqueles que tentam se impor à força, desrespeitando a democracia e a opinião de quem pensa diferente.

Infelizmente, esse é o caminho tomado por pessoas que vêm apostando todas as fichas para dar um golpe e tentar assumir direção do SindSaúde-PR, desrespeitado o voto de milhares de servidoras e servidores da saúde paranaense.

O método adotado é o mesmo usado na velha política: algumas pessoas elaboram as mentiras e qual a linha de discurso deve ser adotada. O passo seguinte é espalhar as mensagens em grupos de WhatsApp e em comentários massivos nas redes sociais, para enganar o máximo possível de pessoas.

 

Quem são essas pessoas?

São pessoas que tentaram, mas não conseguiram montar uma chapa para disputar as últimas eleições, em 2019. Agora tentam pegar um atalho para tomar na marra a direção do SindSaúde-PR. Entre as pessoas que espalham ódio estão ex-coordenadoras(es) gerais que não aceitam ficar sem o cargo que ocuparam no passado. O velho apego pelo poder (daquele tipo que faz mal ao país), vindo de gente que comandou o sindicato por quase 20 ANOS e desmobilizou e despolitizou a nossa categoria, mesmo quando não havia um governo agressivo como o de Ratinho Jr.

De forma oportunista, se uniram a algumas pessoas que abandonaram a atual gestão porque não conseguiram impor sua visão internamente e eram derrotadas no processo democrático do voto.

Essas pessoas (que no passado já estiveram perto de se agredir fisicamente) agora querem ganhar no grito. Por isso, adotaram a tática de inundar redes sociais e aplicativos de mensagens com comentários e uma enxurrada de ofensas e mentiras para tentar fazer com que a categoria acredite neles.

A opção dessas pessoas foi adotar o discurso de ódio, com agressões, ofensas, acusações sem provas e intimidações. E hipocrisia, muita hipocrisia.

 

É hipocrisia que chama?

A intenção dessas pessoas não é lutar pela categoria. Pouco fizeram quando dirigiam a entidade por duas décadas. Querem apenas o poder, os cargos e o uso da máquina do sindicato.

É por isso que desde o começo da nossa gestão eles criticam mesmo quando há vitórias (e foram muitas, mesmo no momento mais difícil da história da nossa categoria e dos servidores paranaenses).

Ao longo de nossa gestão, essas pessoas vêm criticando absolutamente tudo, inclusive as lutas da nossa categoria pela data-base! É isso mesmo, essas pessoas não estão nem um pouco interessadas em avanços, direitos e na luta por melhores salários. Querem apenas fazer oposição. Simples assim.

 

É isso mesmo, tanto a pessoa que fez o comentário como as que curtiram fazem parte do mesmo grupo. Chegaram ao cúmulo de criticar a luta pela data-base (!), a luta contra o congelamento salarial (sendo que o ato que fizemos com o FES na Ponte da Amizade deu super visibilidade para o funcionalismo estadual) e contra a Reforma Administrativa (o ato no aeroporto foi para pressionar deputados federais). Está evidente que para eles não interessa a pauta e nem as lutas da categoria. Mas como pessoas que desdenham de lutas justas e necessárias pretendem assumir a direção do sindicato?

É a velha tática do ‘quanto pior, melhor para mim’. Torcem para que o sindicato perca, mesmo que a categoria perca junto.

Nas redes e no Zap reivindicam a presença do sindicato, mas quando o sindicato esteve presente nas diversas regionais (tudo isso está no nosso site) essas pessoas simplesmente BOICOTARAM as atividades. Sim, o discurso dessas pessoas é pura hipocrisia. Na hora H fogem da luta.

E, pior, mentem ao dizer que não estivemos no lugar “A” ou “B”, sendo que basta uma pesquisa em nosso site para ver a quantidade de reuniões que fizemos em diversas regionais. Como se diria nas redes sociais: “Aff…”

E muitas dessas pessoas mentem também quando dizem que não sabiam das atividades ou que não recebem notícias. Só que nós temos como comprovar que elas estão recebendo e lendo as mensagens e convocatórias pela lista de transmissão no WhatsApp, por exemplo…

Mas o que importa para essas pessoas que usam discursos de ódio é enganar as servidoras e os servidores. Só que enquanto elas tentam atingir a direção do sindicato para dar o golpe, acabam ferindo toda a nossa categoria.

 

O que querem esconder?

Os ataques daquelas pessoas são vazios. Repetem e replicam o mesmo comentário várias vezes, naquela velha lógica de que “uma mentira repetida mil vezes se torna verdade”.

O que eles fingem não enxergar é que mesmo assumindo a gestão apenas um mês antes da chegada da pandemia de Covid-19 aqui no Paraná, conseguimos fazer o SindSaúde-PR avançar muito.

Construímos uma luta inédita contra o assédio moral e obtivemos importantes vitórias no campo político e no judicial, com o afastamento de gestores assediadores. Algo que nunca aconteceu no passado.

Conquistas a manutenção das progressões e das promoções. Somos uma das poucas categorias que conseguiram manter esses direitos.

Mesmo em meio à crise sanitária, enfrentamos os riscos e estivemos presente nos locais de trabalho. E no nosso dia a dia recebemos inúmeras demandas, para as quais damos encaminhamentos, construímos lutas e conquistamos avanços.

Conseguimos manter o desconto previdenciário sobre a GAS, evitando perdas futuras para a categoria.

Lutamos contra o fechamento definitivo da escola Cantinho Feliz (diversas famílias de servidoras e servidores seriam prejudicadas) e pressionamos para a implantação da municipalização.

Na pandemia, intervimos inúmeras vezes junto ao governo estadual, para que a SESA-PR adotasse medidas protetivas mais abrangentes para preservar a vida da nossa categoria, garantindo o teletrabalho para inúmeros servidores.

Garantimos que fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais mantivessem seu direito à jornada de 30hs mantendo seus salários. Apresentamos diversas denúncias sobre terceirizações e ilegalidades nas gestões de unidades da Secretaria de Estado da Saúde. Conquistamos mais juntas periciais e mudanças nos afastamentos por saúde mental.

Lutamos contra a privatização de hospitais (o que está nos rendendo um processo por parte do governo estadual – em breve falaremos mais sobre isso).

Cobramos transparência do governo estadual e da SESA-PR, fizemos o enfrentamento, pautamos temas relevantes no Conselho Estadual de Saúde do Paraná (CES-PR, onde conseguimos várias vitórias),

Ajudamos a elaborar a maior campanha em defesa dos serviços públicos da história de nosso país: a “É público. É para todos” (que já alcançou milhões de pessoas), junto com as demais entidades do FES (espaço onde nossa atuação tem sido determinante), que assumiu papel importante para todo o funcionalismo do país no enfrentamento à Reforma Administrativa.

Construímos campanhas de valorização das servidoras e dos servidores da Saúde, que alcançaram mais de 400 mil pessoas, com 24 mil reações positivas e mais de 2 mil comentários favoráveis à nossa categoria.

Produzimos dezenas de vídeos, com reportagens, debates e reflexões importantes sobre as lutas e a realidade da nossa categoria.

Ampliamos nossos meios de comunicação digital, garantindo agilidade nas informações e mais entrega de conteúdo para a categoria, seja com a renovação do site (mais rápido, dinâmico, funcional e bonito); passamos a produzir conteúdos de qualidade, garantindo informação agilizada e novas reflexões sobre temas importantes (afinal, acreditamos que o sindicato não pode fazer apenas “autopropaganda” dos diretores); dinamizamos nossa página no Facebook (ampliando o alcance em 1.200%, com mais de 57 mil reações positivas e 13 mil compartilhamentos) e também nosso Instagram. Fizemos nossa lista de transmissão pelo WhatsApp crescer, passando de poucas centenas para milhares de servidoras e servidores da nossa categoria, que recebem as notícias do sindicato e a convocatória para atividades em primeira mão.

Investimos nos acolhimentos à saúde da trabalhadora e do trabalhador, para ampliar o atendimento às demandas da categoria nessa área que é tão sensível e que precisa ser conduzida com muita responsabilidade.

Mesmo diante de todos os riscos decorrentes da crise sanitária, participamos de diversos atos contra a Reforma Administrativa, contra as atitudes do governo de Ratinho Jr, em defesa do SUS, pela nossa data-base e por nossos direitos. Também fizemos atos em defesa da nossa categoria.

E isso é apenas um pequeno resumo dos inúmeros avanços que a nossa gestão trouxe (repetindo, mesmo em meio à pandemia que ocasionou a morte mais de 700 profissionais de saúde no Paraná e mais de 26 mil contaminados, muitos dos quais ainda sofrem com sequelas).

Mas sabe aquele lance de que “se não foi eu que fiz não é bom”. É essa a postura daquela gente que tem como meta criticar tudo o que a atual gestão tem feito de bom pela categoria. Os oportunistas ficam falando dos “20 meses” da nossa gestão, mas é porque querem esconder que fizemos em 20 meses o que eles não fizeram em 20 anos quando estiveram no sindicato!

 

O uso político da tal da carta

Em uma manobra para esvaziar a atual gestão e provocar uma recomposição para beneficiar a oposição (“20 anos no sindicato”), algumas pessoas que abandonaram a atual diretoria publicaram uma “carta” repleta de inverdades e distorções. Faz parte do jogo político, qualquer um percebe. O problema é que há acusações graves com base em mentiras e, cujas providências já foram tomadas paras restabelecer a verdade.

Só que o outro grupo (“20 anos no sindicato”), de forma oportunista, está fazendo um baita esforço para que as pessoas acreditem em tudo o que está escrito naquela carta. Postaram ela online, compartilham o link, replicam em grupos e forçam a barra para parecer superdimensionar tudo isso. É um uso político mesquinho. Só que há também uma espécie de crueldade nisso, porque as pessoas que escreveram a carta terão que responder pelas mentiras. Mas quem está compartilhando a carta e fazendo uso político dela não está nem um pouco preocupado com isso. Querem apenas fazer barulho para dar um golpe no sindicato, mesmo que as pessoas que escreveram a carta sejam responsabilizadas.

Os oportunistas dizem que querem “debater” o conteúdo, mas, na verdade, não estão nem um pouco preocupados em ouvir explicações. Afinal, é o que fazem em relação a tudo o que a atual gestão tem feito (inclusive com as conquistas): querem apenas polemizar e utilizar politicamente o caso.

Só que o uso político desse fato, além de imoral (já que não mede a consequência para nenhum dos lados, e nem para a vida das pessoas envolvidas ou o quanto elas podem ser prejudicadas), também terá consequências, porque grande parte da nossa categoria é inteligente o suficiente para identificar o oportunismo dessas pessoas da oposição (“20 anos no sindicato”). Os oportunistas que estão ajudando a espalhar mentiras também terão que responder por isso.

O que essas pessoas parecem não entender é que não se deve brincar com a vida das outras pessoas. E nem manipular politicamente a fragilidade de quem quer que seja. Isso é desumano.

 

Oportunismo

O problema do oportunismo é que ele é, geralmente, revelador. Essas pessoas da oposição (“20 anos no sindicato”) gritam por assembleia presencial porque vêm negando (desde o início da pandemia) a realidade. Não se preocupam se haveria risco de contágio ou de consequências graves à saúde de colegas. Querem apenas um palco para transformar o espaço democrático da categoria em um tribunal de inquisição, onde poderão gritar, ofender, ameaçar e tentar intimidar a atual direção.

Basta ver como usam as palavras com violência nos comentários nas redes sociais.

São pessoas que ficaram “longe dos holofotes” e querem voltar ao estrelato. Só que por meio de um golpe, sem legitimidade.

Se a preocupação fosse com a participação da categoria, estariam contemplados pelo formato online da assembleia, que facilita o acesso, evita o deslocamento das pessoas e garante segurança.

Inclusive, espalham mentiras sobre o acesso à plataforma da assembleia, sendo que nossa equipe ajudou TODAS e TODOS que tiveram algum tipo de dificuldade no processo e procuraram auxílio (tanto é que a Justiça já se posicionou favoravelmente ao sindicato em relação a isso anteriormente).

 

Se o foco deles fosse a categoria…

Nossa proposta foi reconstruir. O outro grupo prefere destruir. É uma pena. Por não priorizarem a categoria, eles desviam o foco, que deveria ser a luta contra nossos opressores. Enquanto temos nos esforçado para retomar o sentimento de solidariedade de classe, eles espalham ódio e fomentam a desunião.

Acreditam que poderão reinar sobre escombros. Mas essas pessoas preferem ver a nossa categoria destruída, desde que eles tenham o sindicato nas mãos. É apego ao aparelho.

Enquanto temos desafios gigantes para acolher as pautas da categoria, defender os nossos direitos – duramente atacados – e avançar nas mudanças para que os locais de trabalho sejam ambientes dignos e saudáveis, os oportunistas querem apenas inflamar a categoria para tomar o poder.

 

O SindSaúde-PR defende você. Defenda o SindSaúde-PR contra o golpe

É importante que nossa categoria perceba que os ataques que estão sendo feitos contra a atual gestão não afetam apenas as pessoas, mas também o sindicato e toda a categoria, porque enfraquecem a nossa luta coletiva.

Não por acaso, os ataques ocorrem durante o enfrentamento ao pior governo que nosso estado já teve (ele consegue ser mais violento do que o de Beto Richa, porque não são apenas balas de borracha que causam sofrimento no funcionalismo).

Como mostramos brevemente (tudo isso pode ser conferido com mais profundidade no nosso site), temos lutado com muita garra, ética e perseverança pela nossa categoria. Porque cumprimos com aquilo que nos propusemos a fazer, respeitando as instâncias e as deliberações da nossa categoria, a partir do plano de lutas construído coletivamente.

Na Assembleia Geral Ordinária do sábado (23), essas pessoas sedentas pelo poder tentarão dar um golpe no sindicato, em vez de esperar pelas próximas eleições. Anotem aí: além das mentiras, pessoas estão planejando fazer um “teatro” para tentar criar um clima de drama e vitimismo.

Se nossa categoria permitir esse golpe, o sindicato perderá todos os avanços e conquistas dos últimos tempos. A luta coletiva será substituída pelo personalismo e pela volta do sectarismo, que deixou nossa categoria isolada das lutas do funcionalismo estadual e nacional.

Por isso, é hora de deixar de lado questões pontuais (inclusive divergências) e defender o SindSaúde-PR, porque nossa entidade é maior do que qualquer disputa mesquinha por poder.

Chega de discursos de ódio. Chega de mentiras. Chega do oportunismo que vem fazendo nossa categoria sofrer há anos.