SindSaude Sábado, 23 de fevereiro de 2019

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  • 01/02/2019

    Brava gente contra a febre amarela!

    Brava gente contra a febre amarela!
    Nos conte como está o enfrentamento à doença na sua unidade

    O Hospital Regional do Litoral recebeu na semana passada o primeiro caso de febre amarela no Estado em 2019. O episódio colocou em alerta as autoridades sanitárias. Basta entrar no site da Sesa para se ter ideia do quanto o assunto tem ganhado prioridade. Mas a pergunta que não quer calar é: o Estado fez a lição de casa adotando medidas de prevenção em relação à doença? O tão falado incentivo financeiro aos municípios para qualificar a Vigilância em Saúde foi alocado em ações relacionadas à prevenção desse problema de saúde pública?

    No início do ano passado, já havia incidência alta de casos de febre amarela em São Paulo, Estado que faz divisa com Paraná, o que facilita a chegada do problema no nosso território. À época a Vigilância foi acionada, a vacina disponibilizada, mas o que foi feito de forma permanente?

    O primeiro caso de febre amarela confirmado desaguou na equipe do HRL. Com certeza, os profissionais estão lidando com o assunto com zelo e dedicação. Ninguém quer que se repita o grave quadro que se instalou no período da dengue.

    Como está aí? – Nesse momento de incertezas, em que os gestores cobram muito e pouco fazem, queremos ouvir da categoria como tem sido o enfrentamento à doença. Existe material, pessoal, orientação técnica e orçamento para que as medidas de combate sejam realizadas? Também é importante saber se a saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores está sendo pensada e preservada pelas autoridades envolvidas.

    Mais que vacina A Sesa garante que tem vacinas suficientes para imunizar a população da 1ª Regional, no Litoral, e da 2ª Regional, em Curitiba. Vale dizer que a vacinação é importante, mas a batalha contra a febre amarela vai muito além. Passa pela capacitação de profissionais e investimento nas regionais de saúde.

    Preocupação Com certeza é preciso reavaliar profundamente o programa VigiaSUS. A gestão passada tinha o hábito de superpromover qualquer coisa que fazia, mas a gente sabia daquilo que divulgavam nem 30% era real. E é provável que nesse programa também tenha muito ajuste a fazer para que realmente as vigilâncias dos municípios tenham condições de desenvolver suas atribuições.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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