SindSaude Sexta-feira, 19 de abril de 2019

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  • 14/01/2019

    Como estão as condições de trabalho na enfermagem?

    Como estão as condições de trabalho na enfermagem?
    Suicídio de enfermeira no MS evidencia a pressão a que as/os profissionais são submetidas/os

    Trabalhar dia após dia em contato direito com a dor e o sofrimento das/os pacientes não é tarefa fácil. Esse fato por si só já deveria ser observado para que as/os profissionais de enfermagem tivessem garantidas melhores condições para se realizar o trabalho. Mas o que vemos na prática é exatamente o contrário. As/os profissionais da área conviivem diariamente com péssimas condições de trabalho, falta de valorização, salário desestimulante e sobrecarga de trabalho.

    Na Sesa não é diferente. Todos os hospitais apresentam déficit de pessoal e falta de materiais. Esses problemas aliados a condutas questionáveis por parte das chefias expõem as/os trabalhadores ao adoecimento e à falta de motivação. A situação está cada dia pior. Nas unidades da Sesa ou as administradas pela Funeas os problemas não são resolvidos. Aliás, com a Funeas, parece que a situação só piora.

    Não é de hoje que o Sindicato luta por melhores condições de trabalho, jornada adequada e mais valorização. Inclusive há o questionamento quanto à falta de uma política de promoção à saúde das/os trabalhadoras/es na rede da Sesa. E o suicídio de uma colega de profissão, ocorrido em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, serve de alerta para essa discussão.

    Segundo reportagem do jornal Brasil de Fato, a enfermeira teria se suicidado e o que provocou essa medida trágica foi a pressão causada pelas precárias condições de trabalho a que ela estava submetida. A reportagem ainda lembra a luta histórica da categoria pela regulamentação das 30 horas semanais, com o projeto de Lei 2295/2000, que está parado no Congresso há quase 20 anos. Saiba mais sobre o caso clicando AQUI.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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