SindSaude Terça-feira, 23 de outubro de 2018

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  • 06/06/2018

    Quem quer reajuste?

    Quem quer reajuste?
    Cinco números que provam que o reajuste salarial é possível
    O SindSaúde, junto com outros sindicatos do funcionalismo que formam o Fes – Fórum das Entidades Sindicais –, está cumprindo uma agenda na Assembleia Legislativa. O objetivo é dialogar com as/os 54 deputadas/os e provar com números que SIM, existem condições financeiras para que a governadora pague o reajuste às/aos servidoras/es.

    Mas essa ação isolada, sem a participação do funcionalismo, pode não ter o resultado esperado que é conseguir garantir na lei o reajuste.

    Qualquer reposição salarial às/aos servidoras/es só pode ser feito até 6 de julho por conta da lei eleitoral. Vale lembrar que outros poderes como o Ministério Público, o Tribunal de Contas e o Legislativo já tiveram o reajuste aprovado pelas/os deputadas/os estaduais. A governadora Cida Borghetti segue sem dar uma posição oficial sobre o assunto.

    O que não falta para ela é dinheiro. Números levantados pela assessoria econômica do Fes e baseados em divulgações do próprio governo comprovam: existe caixa para pagar a reposição. Por isso é tão importante o trabalho do Sindicato, é tão importante que as/os servidoras/es estejam ligados e se expressem nas redes sociais e em seus locais de trabalho.

    Separamos cinco dos principais argumentos apresentados às/aos deputadas/os. É importante que as/os trabalhadoras/es também conheçam esses números. Leia e compartilhe com as/os colegas de trabalho. Só não se indigna com o arrocho de 12% e os 30 meses sem reajuste quem não está informado.

    1 – A arrecadação de ICMS em 2017 cresceu 13% com relação a 2016.
    2 – A arrecadação de ICMS do primeiro quadrimestre foi 2% maior que o mesmo período de 2017.
    3 – A arrecadação de ICMS em 2018 deverá ser 5,5% maior que em 2017.
    4 – Em 2018 será arrecadado até R$ 3 bilhões a mais do que foi previsto pelo governo anterior.
    5 – Mesmo com o pagamento da data-base, a projeção é que o Estado gaste 46% da receita em pessoal. O limite é de 46,55%.

    Prova pública - A Sesa publicou em junho 33 noticias. Dessas, 27 tratam de recursos da Sesa para municípios, consórcios e prestadores de serviços do SUS. São repasses que vão de milhão a 35 milhões. Somando tudo o valor ultrapassa 180 milhões de reais. Como pode ter recursos para tudo, menos para quem é servidor de carreira da Sesa!

    Pressionar é preciso -
    O FES quer até segunda-feira, 11/6, uma reunião com a presença da governadora e a Secretaria da Fazenda para esclarecer o assunto. Já informamos ao Governo que a paciência se esgotou. O SindSaúde se soma às demais categorias do funcionalismo para realizar uma vigília pela data-base, que começará na segunda, 11/6.

    Confira o calendário de luta

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