SindSaude Segunda-feira, 22 de outubro de 2018

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  • 06/03/2018

    Réu confesso

    Réu confesso
    Está provado que havia dinheiro para o reajuste em 2017

    Em audiência pública realizada na última segunda-feira, 5 de março, o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, afirmou que o superávit do Estado em 2017 foi de R$ 2 bilhões. Esse é o valor que o Estado arrecadou mais do que gastou. Só pra você ter ideia, o reajuste de direito das/os servidoras/es em 2017 custaria R$ 1,2 bilhões ao Estado.

    Não satisfeito, o secretário afirmou que pretende enviar à Assembleia Legislativa um orçamento para 2019 sem reajuste. Mesmo com a arrecadação crescendo, a ideia da gestão é seguir desrespeitando a lei. Seguir fazendo gato e sapato do funcionalismo.

    Falácia – O argumento do governo é de que o dinheiro do reajuste deve ser convertido para a população. Pois respeitar os direitos de quem presta atendimento à população é investir no serviço público SIM. Esse é um princípio básico para qualquer gestão competente. Mas não é esse o caso do Paraná.

    Saúde – Mas os absurdos não param por aí. O secretário voltou a afirmar que o Estado cumpriu com o mínimo constitucional de investimento em Saúde. Mentira! De acordo com a lei 141, apenas os investimentos universais, isto é, os investimentos destinados a toda a população fazem parte dessa percentagem. O governo insiste em incluir gastos como o SAS, que é um atendimento destinado exclusivamente às/aos servidoras/es.

    Ação– É por essas e outras que precisamos nos unir. Estamos em estado de greve. No meio do caminho para construir um movimento forte. Discuta essas informações no seu local de trabalho. É importante que todo mundo tenha consciência de que a falta de reajuste não é por conta da crise. É por conta da política. Da estratégia desse governo. A ordem de Richa é sufocar o funcionalismo e investir pesado nas terceirizações.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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