SindSaude Segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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  • 15/02/2018

    Quando a economia fica à frente da Saúde Pública

    Quando a economia fica à frente da Saúde Pública
    Matéria mostra impacto das medidas de austeridade na saúde da população

    Junto com uma crise econômica surgem as chamadas políticas de austeridade, que resumidamente nada mais são do que ações puramente econômicas, que visam ao corte e/ou à diminuição das despesas públicas. E é justamente em um cenário de crise - como esse que vivemos - que os investimentos de cunho social – saúde, educação, segurança – deixam de ser tratados como prioridades e são colocadas no mesmo balaio de outros gastos, como o pagamento de juros da dívida pública, as isenções fiscais e aquelas que são geradas por má administração e até mesmo as da corrupção.

    Inclusive existem algumas teorias que abordam o fato de que uma crise econômica é o momento propício para se implantar medidas impopulares. Os políticos aproveitam esse momento para aplicar as mais maléficas medidas da chamada cartilha neoliberal, como a diminuição da oferta de serviços pelo Estado, terceirizações, privatizações etc. No Brasil, o congelamento do investimento público por 20 anos, a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência - que está prestes a ser votada - são exemplos de medidas que vão contra o interesse da maioria da população.

    E todas essas medidas de austeridade, que retiram direitos e reduzem a assistência por parte do poder público, chegam no momento em que a população – especialmente a mais pobre - está mais vulnerável e depende ainda mais do Estado. Esse é o ponto abordado pela reportagem Cortes na Veia, da Revista Radis, produzida pela Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP, da Fiocruz.

    A matéria consultou especialistas que abordam o impacto causado pelas políticas de austeridade na saúde das pessoas, fazendo o alerta pelo fato dessa discussão não ser levantada aqui no Brasil. Além da piora da saúde pública por conta da redução dos serviços, também existe o impacto psicológico, que não é levado em conta.

    Vale a pena a leitura!

    http://www6.ensp.fiocruz.br/radis/revista-radis/185/reportagens/cortes-na-veia

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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