SindSaude Terça-feira, 11 de dezembro de 2018

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  • 07/02/2018

    Ano novo respostas velhas

    Ano novo respostas velhas
    Confira o resumo da primeira negociação do ano

    Aconteceu na terça-feira, 7 de fevereiro, a primeira reunião de negociação entre representantes da Sesa e a brava gente da Saúde. Os principais pontos abordados foram os cinco itens que a categoria definiu como principais entre os 18 da Campanha Salarial 2018. Confira cada uma das respostas do governo.

    Reajuste salarial Mesmo a Sesa dizendo que possui autonomia sobre o planejamento, mesmo com dinheiro em caixa, a gestão reforçou o discurso de austeridade proferido pelo secretário da Fazenda. Com a presença da assessoria econômica do Sindicato, a direção provou por A mais B que o que falta para o reajuste não é dinheiro, é vontade de respeitar os direitos da brava gente. Nosso salário está hoje 10% menor do que prevê a lei.

    Valor maior da GAS – A gestão tornou a dizer que ampliação nem pensar. Ainda assim, nem sombra de um prazo para que os cerca de 700 servidoras/es, que hoje recebem a GAS menor – R$ 874,05 e atuam com atendimento à população, passem a receber o valor maior de R$ 1.223,68. Sem dar nenhuma garantia, a gestão insinuou que na reunião do dia 28/2 essa definição possa vir a ocorrer.

    Reajuste da GAS Tudo do mesmo tamanho. Pra ter novidade só indo pra cima da Sesa.

    30 horas – Sobre a reivindicação de 30 horas para todos o governo já prefere nem discutir. Sobre a redução para quem tem lei federal, a gestão também não resolve. Alega que o decreto que regularizaria essa questão não passou na Comissão de Política Salarial do governo. Nesse item também só enfrentado a Sesa e parando os serviços.

    Chamamento – O governo desconversa quando se fala na contratação via Funeas. Diz que não vai afetar no chamamento. Mas não é o que parece. A convocação das/os próximas/os 300 servidoras/es ainda não tem prazo para acontecer. Esse trecho da reunião contou com a participação de três profissionais que aguardam ansiosamente serem chamados. Para o diretor-geral da Sesa, Sezifredo Paz, será muito difícil ainda nessa gestão ocorrer o chamamento de todas/os as/os 1.200 profissionais prometidos pelo governo.

    Outros Sobre retomar a alimentação para as/os servidoras/es dos hospitais que fazem oito horas o governo não vai fazer nada pra mudar a lei atual. Já sobre a migração das/os servidoras/es que entraram via mandado judicial, a alegação é que a culpa pelo entrave é da Procuradoria Geral do Estado - PGE. Essas respostas reforçam o pouco caso do secretário-candidato Michele Caputo Neto para as/os servidoras/es. Greve nele!

    Trocando em miúdos – Não tem nada novo. É sempre mais do mesmo. Por essas e outras é que temos de debater sobre um movimento forte de greve. Só assim pra acabar com essa enrolação. Venha debater com a categoria sobre essa realidade no próximo dia 17 de fevereiro, a partir das 8h, no Clube dos Subtenentes, na Rua Comendador Fontana, 67, em Curitiba.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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