SindSaude Sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

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  • 30/01/2018

    Para a GAS não tem dinheiro, mas para os aliados...

    Para a GAS não tem dinheiro, mas para os aliados...
    Secretário-candidato descumpre a lei e aumenta o nosso prejuízo

    O site da Secretaria de Saúde mais parece o diário do secretário-candidato, Michele Caputo. Na maioria das notícias lá está ele na foto, em geral entregando um cheque ou um equipamento. Mas quem ganha essas benesses não é a estrutura da Sesa. É a iniciativa privada, são os prefeitos aliados. Dinheiro está provado que tem. Só não tem quando é para cumprir o direito das/dos servidoras/es.

    Na hora de pagar o reajuste da GAS, por exemplo, a conversa muda e o secretário-candidato passa a falar de um outro mundo. Nessa hora os incentivos financeiros desaparecem e Caputo vira vítima da política de austeridade da gestão. Tenha a santa paciência! Se o secretário da Saúde, também candidato, pode mexer como bem entende os recursos do Fundo de Saúde, e lá tem sobras, por que não usá-lo para fazer valer nosso direito?

    Maus resultados - É essa falta de prioridade que tem feito com que áreas como saúde do trabalhador, saúde mental, saúde do deficiente, saúde do idoso e mortalidade infantil materna deixem a desejar. Mas isso não vai aparecer na propaganda do secretário-candidato ou no site da Sesa. Caputo nem se importa com a dedicação desperdiçada pelas equipes envolvidas nessas áreas.

    Outra política que Caputo teve sete anos para fazer e não fez foi uma política de gestão de pessoal. A Secretaria tem hoje oito mil servidoras e servidores quando deveria tem onze mil. O resultado desse descaso é uma categoria adoecida e um número recorde de aposentadorias.

    GAS O congelamento da gratificação é mais uma prova de como essa gestão dá de ombro para a sua equipe. A GAS representa uma parcela importante do nosso salário. Como a gratificação é exclusiva da saúde e com a autonomia que o secretário-candidato tem diante dos recursos, daria para cumprir a lei sem ter de “pedir” autorização de mais ninguém. Vale lembrar que só em 2017 a GAS deveria ter sido reajustada em 7%.

    Pra lutaSe contarmos as perdas históricas mais os calotes de Richa, a GAS já deveria estar pelo menos 30% maior. Quem recebe o valor das unidades de alta complexidade – R$ 1.223,68 –, por exemplo, o reajuste representaria algo em torno de R$ 370. Daria ou não daria uma melhorada no seu orçamento?

    É por isso que não dá pra ficar parado. Não dá pra gente esperar que os cargos políticos façam pela gente. Precisamos de União e Ação. Temos de exigir nossos direitos. Mostrar ao governo que vamos incomodar. Que sabemos de suas intenções eleitorais e não vamos nos calar diante dos diversos problemas.

    Venha debater esse e outros assuntos na primeira assembleia de 2018.
    Dia 17 de fevereiro, às 8h30, em Curitiba.
    Entre em contato com o Sindicato e ajude a organizar a caravana do seu local de trabalho.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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