SindSaude Terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Notícias

Imprimir
  • 16/01/2018

    Corte da GAS é ato antissindical

    Corte da GAS é ato antissindical
    Governo tenta amordaçar dirigentes

    A Procuradoria-geral do Estado – PGE – emitiu parecer nº 50/2017 em que considera que servidoras/es afastadas/os de suas funções para o exercício de mandato sindical não têm direito a receber gratificação. Seja a Gratificação de Atividade em Unidade Penal ou Correcional Intra Muros – GADI – seja a Gratificação de Atividade de Saúde – GAS – ou a Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais – GEEE. Para a PGE, saiu do local de trabalho e foi para o Sindicato já não tem direito a receber gratificação.

    Longe do Sindicato – Várias iniciativas do Estado para barrar a atuação sindical estão em curso. Com essa medida outros sindicatos estão sem dirigentes liberadas/os. Isso porque a diretora ou diretor sindical se viu obrigada/o a voltar para a base após o corte da gratificação. Porque nem ela nem ele têm condições de se manter somente com o valor do salário. Por outro lado alguns sindicatos não têm recursos suficientes para repor o valor da gratificação. Infelizmente, o governo usa o jurídico para destruir a organização sindical.

    Assim não! – Não é dessa forma que o governo vai nos calar. Não é desse jeito, cortando a gratificação, que vamos parar de denunciar as irregularidades que constatamos e testemunhamos. Essa é mais uma briga que o Sindicato tem de enfrentar nos tribunais. Enquanto o governador acata ou incentiva esses atos antidemocráticos e com a finalidade de minar a organização das/os trabalhadoras/es, ele mesmo segue fazendo uso da máquina do Estado de forma abusiva e ilegal. E nesse caso a PGE faz vistas grossas.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

Av. Marechal Deodoro, 314, 8º andar, conjunto 801 - Edifício Tibagi, Curitiba, PR CEP: 80010-010 Telefone: (41) 3322-0921 E-mail: contato@sindsaudepr.org.br

DOHMS