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  • 20/12/2017

    Sindicato está na luta por alimentação e dignidade!

    Sindicato está na luta por alimentação e dignidade!
    Dezembro de improviso e fome

    O Estado cortou o fornecimento da alimentação para as/os servidoras/es que fazem oito horas. Um ato insano da Secretaria que poderia ter sido resolvido sem nenhum prejuízo a ninguém. O sentimento geral é de revolta e de ser tratado com total falta de humanidade. É vergonhoso saber que para comer foi improvisada sala para os excluídos do refeitório.

    Barbárie ! – Além da gente estar com o salário e a gratificação congelados há mais de dois anos, ainda tem de correr atrás e lutar para garantir nossos direitos. O corte da alimentação atingiu diretamente a vida de centenas de profissionais de todo o Estado.

    A Sesa, que deveria ser uma facilitadora, está agindo para prejudicar as/os servidoras/es. Alegam que foi o Tribunal de Contas – TC – que exigiu o corte imediato. Mentira! Em reunião realizada no final de novembro entre Sindicato e Sesa, o TC alegou que existem outras soluções.

    Solução - Para o Sindicato a melhor solução é um Projeto de Modificação na lei 18.136, que faria com que o texto passasse a contemplar todas/os que tiveram a alimentação cortada.

    O impacto financeiro da medida é mínimo. Não faz sentido criar tantos empecilhos para essa galera que dá um duro danado no dia a dia. Confira na linha do tempo como tem sido essa luta.

    Corte – Linha do tempo

    16 de outubro – Sai o memorando nº 177/DG/17 – que corta a alimentação das/os que cumprem jornada de oito horas nos hospitais e Lacen.

    18 de outubro – Em reunião com a Sesa, direção sindical exige a retirada da decisão.

    23 de outubro – Primeiro dia do corte. Manifestações por todo o Estado fizeram a Sesa repensar e adiar o início para 30 de novembro.

    25 de outubro – Atuação do Sindicato leva a oposição da Assembleia Legislativa a pedir explicações da Sesa sobre o corte. Assunto foi levado à sessão plenária.

    7 de novembro – Sindicato discute o assunto com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa.

    10 de novembro – Surgem os abaixo-assinados dos trabalhadores contra o corte.

    27 de novembro – Em reunião TC diz que basta a Sesa ajustar a Lei. Governo mantém o corte. Na mesma reunião ficou decidido que a alimentação seria mantida em locais de difícil acesso. 

    30 de novembro – Também com o repúdio das/os servidoras/es, passa a valer o corte.

    Dezembro – A Sesa manteve ainda a alimentação para fazer os devidos “arranjos”, como colocar em alguns locais colocar microondas e/ou geladeira.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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