SindSaude Sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

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  • 04/12/2017

    Brava gente debate direito de GREVE e projeta 2018

    Brava gente debate direito de GREVE e projeta 2018
    Última assembleia do ano definiu itens da próxima Campanha Salarial

    Servidoras/es dos quatro cantos do Estado estiveram no último sábado, 2 de dezembro, para debater os desafios colocados para o ano que vem. Depois de uma discussão sobre greve, o que pode o que não pode, a categoria debateu os itens da Campanha Salarial 2018. Teve ainda prestação de contas, mudanças na direção estadual e formação da comissão organizadora do 8º Congresso, que vai rolar em 2018.

    Direção estadual – Na assembleia foi recomposta a direção estadual e a diretoria executiva da 2ª Regional de Saúde. Diante da vacância de 11 vagas na direção estadual e diretorias executivas regionais, coube ao plenário da assembleia aprovar os nomes dos novos membros. É gente que chega com ânimo renovado e cheio de disposição para fazer a luta. Vale lembrar que o atual mandato vai até o final de 2019.

    Congresso – Outra decisão importante tomada na Assembleia foi a composição da Comissão Organizadora do 8º Congresso do SindSaúde. Dez nomes foram definidos: cinco na titularidade e cinco na suplência. Essas/es servidoras/es terão a árdua tarefa de organizar a oitava edição do maior evento do Sindicato. E em 2018, a ocasião será mais que especial já que também teremos as comemorações do aniversário de 30 anos do Sindicato.

    Campanha Salarial 2018 Depois de um 2017 de muitas lutas e poucos avanços, a brava gente da Saúde debateu os itens que vão fazer parte da Campanha Salarial 2018. De maneira geral o que ficou decidido é enxugar m pouco mais a agenda, mas estabelecer nessa agenda os pontos cruciais da categoria. Estão sendo preparadas matérias especiais e um jornal só sobre o assunto. Aguardem! Confira aqui o Site da campanha salarial 2017

    Greve Outro ponto que chamou a atenção da brava gente foi a discussão sobre o direito de greve. Além de debater as possibilidades da categoria paralisar as atividades no próximo ano, a assembleia contou com a participação dos advogados Marcelo Trindade e Ludimar Rafanhim. Para Trindade, o principal ponto a ser analisado antes de iniciar uma greve é a mobilização da categoria. “Mais importante do que discutirmos a lei é avaliar a disposição dos trabalhadores para a luta e a capacidade de permanecerem unidos. É isso que vai dar força ao movimento perante o governo e a Justiça”.

    Já o assessor jurídico do Sindicato alertou para o campo de incertezas que pairam sobre o direito de greve, principalmente no serviço público. “É preciso estar atento a uma iniciativa do senador tucano Aloísio Nunes, que visa a regulamentar as greves no serviço público. O real propósito dessa medida é inviabilizar as greves dos servidores”.

    Recado da direção - Todos os direitos da classe trabalhadora estão na mira dos governos e dos mega empresários. Nesse ano de 2017 esses vampiros famintos pelos nossos direitos acabaram com a CLT. As consequências são terríveis para as trabalhadoras e trabalhadores, pois o trabalho não tem mais nenhuma garantia.

    Para quem é estatutário também foi um ano de muitos ataques. Os servidores municipais, estaduais e federais também listam muitas perdas. Essa é a realidade! Para mudar só balançando as estruturas através de fortes movimentos de greves. O que o Brasil precisa é ter trabalhadoras e trabalhadores com maior capacidade de luta. Os servidores da saúde também precisam se dispor a arregaçar as mangas e fazer parte do movimento de paralisação. E o início de 2018 será o momento para mostrar essa força. 

    *Atualizada 5/12, 14h.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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