SindSaude Segunda-feira, 20 de novembro de 2017

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  • 23/10/2017

    União da categoria, comida no lixo e recuo da Sesa....

    União da categoria, comida no lixo e recuo da Sesa....
    Marcio Mittelbach
    Confira como foi o primeiro, e quem sabe o único, dia de corte na alimentação
    O primeiro dia de vigor do memorando 177/DG/17, que cortou a alimentação para trabalhadoras/es que atuam oito horas por dia, terminou com vitória das/os servidoras/es. Depois de ver a indignação se espalhar pelo Estado, o governo anunciou que vai publicar novo memorando que prorroga o início do corte para 30 de novembro.

    O recuo da Sesa é mais uma prova de quanto a mobilização das/os trabalhadoras/es pode fazer a diferença. Na última reunião de negociação entre governo e servidoras/es, o diretor geral da Sesa, Sezifredo Paz, foi taxativo ao dizer que não seria possível a suspensão do corte. Nossa mobilização provou que não é bem assim!

    Dia de luta - Por todo o Estado foram várias mobilizações. Até quem trabalha em regime de plantão e não foi afetado pela medida separou alguns minutos do horário de almoço para sair em defesa de quem foi afetado. Todos sabem que a maldade começa por quem faz oito horas e logo pode se espalhar para todos.

    No Hospital de Dermatologia, em Piraquara, por exemplo, dos 119 servidoras/es que estavam na labuta nesta segunda-feira, 23 de outubro, apenas 19 tiveram direito a se alimentar. Lá a equipe do Sindicato flagrou a empresa terceirizada que fornece alimentação descartar uma enorme quantidade de comida porque essas/es profissionais foram solidários às/aos 100 que ficariam de barriga vazia. Isso significa bom uso dos recursos públicos?!
    A mobilização atingiu unidades de todo o Estado como o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, e no Hospital Infantil, em Campo Largo, os Hospitais da Zona Sul e Zona Norte, em Londrina, entre outras unidades.

    Caminho – Nosso único caminho é a união e a pressão. A gestão confia cegamente que a nossa revolta foi fogo de palha, que protelar por um mês vai fazer com que o corte emplaque sem contestações. Não podemos permitir! Vale lembrar que o governo fez foi apenas adiar a medida. Para reverter precisaremos de mobilizações ainda maiores.

    Se no seu local de trabalho existe fôlego para fazer um ato ou uma paralisação, entre em contato com o Sindicato. Juntos vamos dar uma resposta à altura e garantir a manutenção dos nossos direitos!
    Viva os lutadores! Viva a brava gente.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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