SindSaude Quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

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  • 01/08/2017

    Viajar a trabalho: regras que você precisa saber!

    Viajar a trabalho: regras que você precisa saber!
    Decreto 5.453, de 2016, deve ser consultado
    Fazer viagens também faz parte do trabalho. Muitas vezes as chefias exigem que a servidora ou o servidor vá a reuniões ou cursos. Que acompanhem pacientes. Que faça o deslocamento de produtos ou órgãos.

    Viajar a trabalho segue regras estabelecidas no decreto 5.453 de 2016. Clique AQUI e saiba tudo sobre o decreto. Relendo o documento e comparando com o que acontece nas unidades, percebemos que a Sesa tem determinado intencionalmente a restrição do pagamento das diárias.

    Temos de virar esse jogo. Fique atento a essas regras:

    • viagens devem acontecer preferencialmente no período diurno. Entre 6h da manhã e 20 h

    • caso aconteça de você estar fora do seu município, numa distância superior a 300 km e sua atividade de trabalho terminou às 18h, você deve pernoitar. E no caso do pernoite o Estado deve pagar as despesas com hospedagem. Assim como as despesas com o transporte e alimentação.

    • para deslocamentos urgentes, a chefia pode autorizar viagem de avião, que é mais rápida.

    Vida real – O Sindicato tem recebido várias reclamações da conduta de chefias. Alguns que dizem que a chefia alega não poder pagar diárias e exige que o deslocamento dentro dos municípios da regional não ultrapasse seis horas.

    Assim, se a duração da viagem for inferior a esse período não gera o pagamento de diária. Consequências? A equipe nem sempre consegue fazer o trabalho com excelência porque tem de ficar controlando o tempo.

    Ao chegar à cidade de origem, já passada das 13h, o servidor gasta mais outro tanto de tempo para ir almoçar em casa. É desumano ficar tantas horas sem se alimentar. Sem contar que fura a “programação” do ponto biométrico. Mas como é do interesse da gestão, a chefia não reclama!

    Carroças - Outra reclamação frequente é que a maioria dos carros novos são de uso exclusivo de chefias. Os carros capengas ficam para uso dos servidores. São carros com problemas mecânicos e com pneus carecas.

    Orientação - O Sindicato orienta que as/os servidoras/es registrem esses fatos, placa do carro, ano,quilometragem e última revisão mecânica do carro. Até fotos servem para que possamos mostrar e provar o risco aos quais os servidores estão expostos.

    Mudanças e avanços – O SindSaúde reconhece que existe muita fragilidade nos dispositivos sobre viagem a trabalho. Tratamos desses problemas com a Secretaria em 2016. E não houve avanços. É hora de retomar o tema commais força.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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