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  • 23/06/2017

    Fes reafirma que há recursos para a data-base

    Fes reafirma que há recursos para a data-base
    Números do governo nunca batem

    O debate financeiro ficou prejudicado - de novo - pela ausência do Secretário da Fazenda - Sefa, Mauro Ricardo Costa, que está em licença. O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, recebeu, dia 21/6, os representantes dos sindicatos que compõem o Fórum Estadual dos Servidores - FES. Rossoni iniciou a reunião ouvindo a pauta das/os servidoras/es e já passou a coordenação da reunião para o recém-empossado secretário do Planejamento Juraci Barbosa Sobrinho.

    As/os dirigentes cobraram que sejam feitas negociações de fato e afirmaram que é necessário ir além das reuniões e partir para a ação.

    Meias verdades - O Fórum das Entidades Sindicais entregou nas mãos de Rossoni os dados oficiais confrontando os oficiosos apresentados pelo governo.

    Os dirigentes ainda lembraram que foram protocolados requerimentos ao Ministério Público e à Assembleia Legislativa, para que a Secretaria da Fazenda reapresente os números reais. Rossoni afirmou que esse debate deve ser conduzido pelo novo Secretário da Administração, Fernando Ghignone, e pelo Secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.

    Ficou agendada uma nova audiência para a primeira semana de julho com os dois secretários.

    Outros temas – Corte de remunerações de dirigentes liberados para a atividade sindical. O governo Richa passou a descontar valores de gratificações de dirigentes, interferindo diretamente na atuação sindical. O procurador-geral do Estado, Paulo Sérgio Rosso, disse que iria reexaminar o tema.

    ParanaPrevidência – O problema é na nomeação de conselheiros para a ParanaPrevidência. Acontece que a Secretaria da Administração se baseia na Lei 12.398/98 e o Fórum considera a Lei 18.469/2015, que alterou a composição dos conselhos de Administração e Fiscal da ParanaPrevidência.

    Na canela - O presidente do Sinteemar, Zé Maria Marques, que é membro do Conselho Fiscal, explicou que os mandatos são de seis anos a partir da data dos decretos de nomeação dos conselheiros: 27 de julho para o Conselho de Administração e 11 de agosto para o Conselho Fiscal. O secretário do Planejamento argumentou que o impasse é jurídico. Os dirigentes do Fórum contestaram e afirmaram ser o impasse jurídico, sim, mas também político. Assim, nova audiência será marcada com o governo.

    Texto Claudia Morais

    Edição SindSaúde

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