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  • 16/10/2006

    4º Congresso debate defesa do SUS e dos seus trabalhadores

    De 21 a 24 de junho acontece o 4º Congresso do SindSaúde, no Centro de Convenções de Curitiba. A programação é bastante extensa. Prevê desde calorosos debates sobre o momento político e nossa realidade profissional até atividades culturais. Música, t
    O congresso é o espaço para os trabalhadores da saúde pública realizarem profunda reflexão sobre a sua realidade. As propostas que surgirem do congresso farão parte do plano de ação do SindSaúde/PR para os próximos anos. Conjuntura - Compreender o momento político é importante porque a classe trabalhadora está inserida num contexto em que o mercado financeiro define as políticas de governo. As políticas sociais, incluindo a saúde, salariais e de geração de emprego consideram mais os interesses dos banqueiros que do povo. Por isso, no congresso vamos analisar como ocorrem esses conflitos de interesses entre capital e trabalho e propor estratégias para romper a preponderância do capital sobre o trabalho. Eleições - Com base nesta realidade debateremos as prioridades das nossas lutas. O momento é oportuno porque estamos às vésperas de novo processo eleitoral e precisamos formular as reivindicações que apresentaremos aos candidatos. Alem das lutas específicas da categoria, debateremos o Sistema Único de Saúde e as políticas que são implementadas nesta área. É muito importante a categoria defender o serviço público de qualidade. Lutar em favor do SUS é garantir o direito à vida. Jamais podemos perder a noção de que somente o SUS é o sistema que realiza ações de vigilância sanitária e de vigilância epidemiológica, propondo políticas de prevenção e de promoção da saúde. O SindSaúde defende em todas as instâncias o cumprimento rigoroso dos princípios do SUS e o repasse dos recursos necessários para o seu bom funcionamento. Esta luta é árdua. A política neoliberal de Lerner destruiu serviços e deixou dívida superior a R$ 660 milhões, porque não investiu o mínimo exigido pela Constituição. Do mesmo modo, denunciamos o governo Requião, que procede de forma igual. Em 2003 o investimento foi de 7,63% quando deveria ser de 10%. O Ministério da Saúde demonstra em seu relatório analítico que em 2004 o Paraná aplicou apenas 5,44% de seus recursos próprios em ações e serviços de saúde. Deveria ter investido no mínimo 12%, pela constituição.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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